História da Medicina Hiperbárica
Henshaw - intuitivamente parecia uma "boa
idéia". Sem base científica, provavelmente a melhora
de alguns pacientes era mera coincidência.
Câmaras que sustentavam duas
ou mais ATM e comportavam dez pessoas, sem resultados cientificamente
válidos.
Fontaine - quarto que podia ser pressurizado
- eram feitas cirurgias com N2O apenas, aumentando sua pressão
parcial por aumento da pressão total, sendo inclusive mais
fácil a redução de hérnias.
Corning - primeiro médico a aplicar a
terapia de compressão nos EUA com máquina eletrônica.
Cunningham - entusiasta da medicina hiperbárica
em pacientes críticos, sem grande razão científica.
Construído o "Steel Ball Hospital" pelo
Mr. Timkim em gratidão ao Dr. Cunningham por ter tido uma
recuperação (espontânea) de uremia devido à câmara,
em Cleveland (Ohio), enfermarias e quartos individuais a três ATA
de pressão. Foi fechado dois anos mais tarde por falta de
evidência
científica e quebrou durante a II Guerra.
Churchill - Davidson - primeiro a usar altas
concentrações de O2 para potencializar radioterapia
em pacientes com câncer. No mesmo ano Ite Boerema (professor
de cirurgia da Universidade de Amsterdam, na Holanda) propôs
o uso de OHB em cirurgia cardíaca para prolongar a tolerância
do paciente à parada circulatória.
Primeira publicação da OHB em gangrena
gasosa por Clostridium.
Outra publicação do benefício
da OHB em intoxicação por monóxido de carbono.
Primeiro Congresso de Oxigenação
Hiperbárica (Presidente: Dr. Boerema). Não havia uma
organização, era simplesmente um encontro informal
até que em 1990 foi estabelecido um escritório permanente
em Amsterdam.
US Navy Diving fundou a Undersea Medical Society
(UMS), inicialmente para o mergulho e medicina do mergulho.
Foi estabelecido finalmente um guideline pela
Undersea Medical Society no campo da OHB clínica, porém
tais recomendações foram lentamente sendo incorporadas.
Foi criado o Comitê de Oxigenação
Hiperbárica, a partir da UMS.
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