Fisiopatologia do Cálculo Urinário

A Fisiopatologia do cálculo urinário permite uma classificação em categoria diagnóstica:
Hipercalciúria, Hiperoxalúria, Hiperuricosúria, Hipocitratúria, Gota, Cistinúria, Cálculos infecciosos, Hipomagnesiúria e Baixo volume urinário.

Cerca de 5% da população podem apresentar calculose urinária, inclusive crianças.
As queixas mais freqüentes são: dor intensa em cólica, com predominância na região lombar unilateralmente, com ou sem irradiação para o abdômen, grandes lábios (na mulher) ou testículos (nos homens) náuseas, vômitos, desejo de urinar e/ou evacuar, urina escura e outros comemorativos menos freqüentes. Nem todos os sintomas e sinais aparecem concomitantemente numa crise.
Geralmente a crise é de aparecimento súbito e sem relação com a atividade, sendo a dor considerada uma das mais intensas dentre as algias humanas.

Evidentemente, o quadro exacerbado exibido pelo paciente durante a crise, orienta o médico na sugestão diagnóstica que embasado na história clínica e no exame físico fará a medicação conveniente para acalmar a dor, em caráter de urgência e solicitará alguns exames: Raios-X de Abdômen, Urina, Hemograma e Ultra-som. Os resultados dos exames indicarão a necessidade de, apenas, um tratamento clínico ou uma intervenção.

Somadas todas as causas e fatores que propiciam a formação do cálculo, conclui-se que cerca de 90% deles poderiam ser evitados, desde que, os distúrbios metabólicos, as anomalias do trato urinário sejam devidamente tratadas e as alterações, regras e disciplina impostas na dieta alimentar e hídrica do paciente sejam obedecidas. Nem sempre é fácil o diagnóstico, assim como a adesão do paciente ao tratamento e às mudanças de hábitos alimentares e de hidratação e destarte as recidivas acontecem.
Em todos os pacientes que apresentem recidivas é útil a investigação laboratorial no intuito de estabelecer-se o diagnóstico do distúrbio metabólico ou da anomalia anatômica ou dos antecedentes familiares, na tentativa de tratamento para prevenção da formação de novos cálculos. Segundo alguns autores, a recorrência da calculose encontra-se em cerca de 80% e que em média nove anos após a eliminação, a metade apresenta uma nova formação.

NOTA: Os dados científicos desse informativo foram extraídos do Manual sobre "Litíase Urinária - Diagnóstico e Tratamento" elaborado pelo Departamento de Urologia do Hospital Amaral Carvalho - Jaú - São Paulo.

Unidade de Litotripsia e Medicina Hiperbárica
Av. Dom Pedro II, 843 - Bairro Jardim - Santo André - SP (mapa)
Telefone: 4437-3232                            http://www.barolitho.com.br
E-mail: falecom@barolitho.com.br